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segunda-feira, 11 de maio de 2015
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
À atenção do senhor que ia à minha frente hoje no metro
e a outros que ainda não perceberam que não estão sozinhos no mundo...
Obrigada, Jorge pela partilha.
Obrigada, Jorge pela partilha.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
A medição do tempo
As imagens nocturnas na aldeia de Monsanto constituem um fundo para a voz de Luísa Cruz que diz este poema de Camilo Pessanha (1895). Cine Povero, responsável pelo vídeo, interpreta-o como sendo "representativo da fase da depressão, quando o indivíduo toma consciência de que a perda é inevitável e incontornável, e com ela se esfumam todos os sonhos e projectos, ao mesmo tempo que todas as lembranças associadas ao/à falecido/da se tornam particularmente pungentes".
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