quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
As dificuldades de investigar a vida das figuras históricas
Na rádio, a entrevistada, historiadora, respondia, entusiasmada, às perguntas. Como se o Marquês de Fronteira ainda estivesse vivo, fez notar M. Disse-lhe que isso é normal pois quando algum historiador pesquisa e investiga muito sobre uma figura nota-se uma forte ligação e é como se essa pessoa estivesse presente. M., assumindo-se como historiadora dos One Direction, diz então que a sua pesquisa é muito mais difícil pois eles continuam vivos e acompanhá-los todos os dias é muito exigente.
M., 13 anos
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Um exemplo
Nunca concretizei a ideia que tive há anos atrás de fazer uma análise sociológica do conteúdo das letras de canções às quais, a partir de um êxito de Emanuel, se convencionou chamar "pimba". Muitas delas continham em si referências muito importantes para determinados grupos e eu, confesso, ainda hoje me lembro de bastantes. Quando alguém à minha volta fala deste tipo de canções há uma que dou sempre como exemplo: "Vem devagar emigrante", de Graciano Saga. Este era ainda autor de outros temas bastante representativos deste género.
Hoje soube que Graciano Saga se chamava afinal Alfredo Braga e que faleceu num dos últimos dias. A chamada música pimba nunca mais será a mesma.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Pauta com pessoas
No meio de tanta coisa sem interesse que nos aparece via internet, às vezes encontramos umas pérolas.
É o caso desta fotografia, ou melhor, destas fotografias, tiradas em 1952 e cujo título é Boardwalk Sheet Music Montage. O autor é Harold Feinstein e a sua obra pode ser vista aqui.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
A importância de uma guitarra
Dois rapazes conversam no metro. A um deles, que transporta consigo uma guitarra, o outro pergunta:
- É pá, não é bué mau andar com isso? É que ainda é pesada.O outro responde:
- Não! Além disso as miúdas gostam bué! Então quando toco aquela seca do "Anda comigo ver os aviões"...
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Esta vida não é para blogues
Abro a página e vejo que ele ainda aqui está. O meu "caderno de apontamentos electrónico". Mesmo votado ao abandono ele mantém-se tão acessível e disponível como no primeiro dia que resolvi dar-lhe vida.
Já vamos com um mês e meio deste ano, que ainda há bem pouco tempo era novo, e tantas coisas aconteceram entretanto. Tantos foram os assuntos que eu registei e que enchem o separador dos rascunhos... Alguns foram comentados por muitos. Outros ligam-se a aspectos mais particulares. Ficaram lá todos e ao olhar para eles agora percebo que, muitos, neste momento, dada a sua falta de actualidade, pouco sentido fazem.
Nestes meus dias imperfeitos a necessidade de fazer não me tem deixado tempo para reflectir. E o tempo do ócio é uma condição para essa reflexão e, sobretudo, para o seu registo. A questão principal é esta dificuldade em arranjar o tempo para estes "dias" e isso levou-me a pensar em desistir.
Mas eu sinto-lhe a falta. E sinto a falta dos outros blogues que visitava e de que aprendi a gostar.
Por tudo isto, mesmo tendo a sensação que esta vida que tenho não é para blogues, a minha vontade de recomeçar é grande. Será que vou conseguir?
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
Uma das razões/poemas por que gosto de Arnaldo Antunes
Mesmo
esmo em marasmo
asma em miasma
eu em eu mesmo
eu em mim lesma
em mi mesmado
desorganismo
desabitado
in , Arnaldo Antunes, Álbum Nome, 1993
A composição sobre o Natal
- Mãe, na semana passada, na escola, a professora de Português quis que fizéssemos uma composição sobre o Natal e sobre o consumismo e materialismo desta época. Todos disseram que o importante era a família e estarmos todos juntos. Mas na verdade estamos todos a pensar é nos presentes. Além de consumistas ainda somos mentirosos... E logo no Natal...
M., 13 anos
M., 13 anos
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Às seis da tarde
Caminho por uma rua onde poucos caminham. Àquela hora os candeeiros estão já ligados e a sua luz bate no pavimento. Mas só parte dela. O resto é escondido pelas folhas das árvores que balouçam com o vento. Talvez por isso, porque o vento agita as folhas e a luz que entre elas passa, o chão que vou pisando agita-se também. Caminho, por isso, por esse caminho instável sem saber se o que piso é luz ou é penumbra. E, de repente, percebo que estou feliz.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Em resposta a uma pergunta de um jornalista
"Eu não tenho muito tempo para olhar para a janela"
Manoel de Oliveira no dia em que fez 105 anos de idade.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Morreste-nos
Hesitei em escrever aqui alguma coisa sobre a morte de Mandela. Porque é esmagadora esta avalanche de tantas palavras, tantos testemunhos, tantas referências. Eu não saberia o que dizer. Mas, de repente, lembrei-me da palavra que dá título à obra de José Luís Peixoto (Morreste-me) e achei que poderia resumir o que fui lendo e ouvindo desde que ontem se conheceu a notícia.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Coisas inversamente proporcionais
O que aumenta: a idade, as rugas, a flacidez, a necessidade de usar cremes cada vez mais caros.
O que diminui: o dinheiro para os comprar.
domingo, 1 de dezembro de 2013
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