quinta-feira, 30 de agosto de 2012

SafetyNet não tem a ver com navegação electrónica

O design é isto mesmo. Desenvolver soluções que ajudem a resolver um problema. Não sei se é produto para se aguentar nas condições duras em que as redes de pesca são utilizadas e guardadas; ou se o sucesso comercial acontecerá. Mas lá que esta parece uma boa ideia não há dúvida.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Uma questão de números?

Todos os dias pela manhã os via. Ele, as mulheres e a criança. Eu entrava para tomar um café e eles já lá estavam a tomar o pequeno almoço. Uma das mulheres, a mãe da criança, era mais nova. A outra já mais velha. Era no colo desta última que o rapazinho, dos seus 2 anos, mais gostava de estar. Dirigiam-se ao balcão, traziam para a mesa os pratos e chávenas e conversavam sobre as coisas do dia a dia. No bairro sabia-se que ele era casado com a mulher de mais idade mas que viviam os quatro juntos. Aparentemente eram felizes.

Lembrei-me desta situação a propósito desta notícia.

Entre o inferno e as estrelas



No dia em que passam 97 anos sobre o nascimento e 30 sobre a morte de Ingrid Bergman.

Regresso com poesia

e fotografia e música...



Obrigada a CinePovero que me enviou o vídeo

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O fado tem cor?


O Algarve mais longe

Este Verão voltamos a ouvir na rádio o que já há algum tempo não ouvíamos. Quando se fala de trânsito ao fim de semana têm sido referidas filas no IC1 entre Alcácer do Sal e a Marateca.

Pastelaria

É através das janelas com vidros aos quadradinhos que a vejo. Na sua mão, pequenina, um bolo que come com vontade. O creme branco suja-lhe a cara. Parece estar feliz.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Estava tudo a correr tão bem...

Dirão que esta parte do edifício é nova (as fachadas laterais foram aumentadas) e que os arquitectos têm que deixar a sua marca. Mas isto será mesmo preciso?

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Enquanto o fim da cerimónia se aproxima...

Notas para um discurso de encerramento

Foram as mais grandiosas Olimpíadas de sempre.
Participaram todas as nações conhecidas.
Resultados muito além do que seria de esperar.
A organização excedeu-se e merece os elogios
e o aplauso. Passados quarenta dias,
é tempo de entregar o testemunho
a mais uma cidade. Prudente omitir
como ficou pior o mundo nestes quarenta dias.

in José Ricardo Nunes, Versos Olímpicos, Deriva Editores, 2009, contracapa

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Vá lá, say yes!

Uma conversa

Uma na rua, outra no interior da loja, as duas empregadas conversam. O vidro da montra separa-as. A que está cá fora dobra-se um pouco e encosta o nariz ao vidro. Da que permanece lá dentro vemos apenas a cabeça que assoma entre vários pares de sapatos.

sábado, 4 de agosto de 2012

Referir-se-ão a Portugal?


Novato

Sem o treino de quem percorre os corredores do metro há muitos anos, ele avança sem fazer barulho. Quase nada o identifica a não ser uma pequena caixa onde espera que caia alguma moeda. Dá alguns passos e pára. Pede, numa voz sumida. Volta a dar mais alguns passos e pede novamente. Quase não se ouve. Mais à frente resolve sentar-se. Fica a olhar para a janela.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O pão

De volta à RTP2, o 5 noites, 5 filmes. Sem estar a par da programação é sempre uma surpresa o que vejo na televisão. Ontem passou um filme que eu não conhecia mas que, sem ser um filme extraordinário, me prendeu ao televisor. Pa negre é o título e retrata a Catalunha rural nos tempos pós guerra civil. A situação vista pelos olhos de uma criança pode não ser muito original mas, a nós portugueses, ajuda a compreender um pouco da história que se desenrolou aqui tão perto.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Há que poupar, até nas figuras geométricas...

- Mãe, pensa comigo: as caixas das pizzas são quadradas, as pizzas são círculos, as fatias das pizzas são triangulares. Não te parece que são figuras geométricas a mais?

M., 12 anos

Um mês de Agosto com uma paisagem diferente

Vivo numa zona suburbana. Em anos anteriores, por estes dias de Verão, os passeios, normalmente ocupados por carros, estavam livres e até havia lugares de estacionamento com abundância.
Este ano tenho reparado que a quantidade de carros estacionados é a mesma, ou mais ainda, pois quem usa o carro para ir trabalhar e está de férias tem o carro à porta.